Que tensão insuportável! A cena da refém com a faca na garganta já me deixou sem ar, mas a revelação da pedra brilhando no peito dela foi de outro mundo. Em O Genro Inútil é um Deus, a mistura de drama familiar com poderes sobrenaturais está simplesmente viciante. A transformação do vilão de terno, com os olhos brilhando e aquela energia dourada, mostra um nível de produção impressionante para um curta. A dor da protagonista ao expelir a esfera e o desespero do protagonista ao vê-la cair criam uma conexão emocional forte. É impossível não ficar na ponta da cadeira esperando o próximo episódio!