Lucien acha que está seguro com um irmão imaginário, mas a realidade vai bater forte. A tensão entre ele e o pai é palpável, e a mãe só piora tudo pedindo a morte do tal irmão. Essa dinâmica familiar tóxica lembra muito a atmosfera de (Dublagem) Fraco Falso, Poder Verdadeiro, onde aparências enganam. O jovem parece ingênuo demais para esse jogo de poder.
Que frieza da mãe ao mandar matar o próprio cunhado ou quem quer que seja esse irmão. Ela não hesita em sacrificar sangue do próprio sangue para proteger a posição do filho no palácio. A expressão dela ao dizer para arrastar Lucien para pedir perdão foi de gelar a espinha. Drama puro e cru, sem filtros.
A fúria do pai foi algo surreal. Gritar que o filho nunca mais sai de casa mostra o controle absoluto que ele quer ter. A cena em que ele chama o garoto de moleque sem salvação foi o ponto alto da tensão. Parece que a confiança foi quebrada de forma irreparável aqui. Que cena intensa!
O coitado do Lucien está completamente isolado. O amigo tentando acordá-lo para a realidade e os pais o condenando. Ele acredita em uma proteção que talvez nem exista. A sensação de solidão dele no meio daquela sala cheia de gente é enorme. Triste ver um jovem tão ingênuo nesse mundo cruel.
Essa família é um ninho de cobras. A mãe manipulando o pai, o pai oprimindo o filho, e o filho vivendo em um mundo de fantasias. A ordem para matar o irmão e trazer Lucien à força mostra que eles não medem esforços. Lembra muito as tramas de (Dublagem) Fraco Falso, Poder Verdadeiro sobre lealdade.
O cara de preto tentando fazer Lucien cair na real foi o único momento de lucidez na cena. Perguntar se ele bebeu demais e chamar de idiota foi necessário. Às vezes a gente precisa de um tapa na cara desses amigos que falam verdades duras. Pena que o Lucien não ouviu.
Dá para sentir o peso no ar só de olhar para o rosto do pai. A maquiagem e o figurino ajudam a criar essa atmosfera medieval opressora. Quando ele aponta o dedo e grita, a gente quase sente o medo do filho. A direção de arte está impecável para transmitir essa angústia toda.
Ela não é apenas uma mãe, é uma estrategista fria. Ordenar a morte de um e a humilhação do outro mostra que o poder vem antes do amor para ela. A forma como ela fala com o lorde é subserviente mas perigosa. Personagem complexa e assustadora ao mesmo tempo.
Todo mundo falando desse irmão que ninguém viu. Lucien diz que ele protege, o pai quer saber onde ele está, a mãe quer matar. Será que ele existe mesmo ou é uma invenção do garoto para se sentir seguro? Esse mistério deixa a gente curioso para o próximo episódio.
Terminar com o pai perguntando onde está o irmão foi um gancho perfeito. A gente fica se perguntando o que vai acontecer quando ele aparecer ou se não aparecer. A ameaça paira sobre todos. Assistir no aplicativo netshort vicia demais com esses ganchos dramáticos. Quero ver a reação do pai!
Crítica do episódio
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