O Taxista Não É Um Homem Comum
Lucas Ferreira, cansado de lutas e violência, decide se afastar de tudo e se mudar para a cidade, trabalhando como um taxista comum. Ele planejava levar uma vida simples e pacata para o resto de seus dias, mas um acidente inesperado muda tudo: ele resgata as irmãs Vívia Xiver e Lídia Xiver, que foram sequestradas por bandidos. No entanto, ele logo descobre que Vívia Xiver é o alvo número um de inúmeras organizações poderosas…
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Detalhes que gritam mais que diálogos
As mãos entrelaçadas, o tablet com a foto dela na mesa, o jeito que ela ajusta o cabelo antes de se sentar — cada gesto é um capítulo. Neste O Taxista Não É Um Homem Comum, o silêncio fala mais alto que os monólogos. E o cenário? Luxo frio com calor humano escondido. 🌹
Quem realmente está no controle?
Ela entra com pastas, sai com um copo de chá, volta e se senta ao lado dele como se fosse natural. Ele, apesar do terno impecável, parece desconcertado. Em O Taxista Não É Um Homem Comum, o poder não está na posição, mas na escolha do momento certo para sorrir. 😏
O pirulito como ponto de virada
Uma lufada de inocência em meio ao drama corporativo. Ela oferece o pirulito com a palma aberta — não como submissão, mas como proposta. Ele aceita, e ali, entre o vermelho do doce e o preto do terno, algo muda. O Taxista Não É Um Homem Comum brilha nos detalhes sutis. 🍓
Duas mulheres, dois mundos, um mesmo homem
A loira em rosa observa tudo com olhar cansado; a morena em bege age com calma calculada. Enquanto ele tenta manter a postura, elas já escreveram o próximo ato. Em O Taxista Não É Um Homem Comum, os verdadeiros protagonistas são as que não gritam — só sorriem e avançam. 👠✨
O choque do primeiro encontro
A cena no hall com o homem de terno preto segurando o outro pelo colarinho — tensão pura! A mulher de bege observa, mas seus olhos já traem uma história antiga. O Taxista Não É Um Homem Comum começa com um conflito físico, mas termina com um pirulito... que virou metáfora. 🍬🔥