O Taxista Não É Um Homem Comum
Lucas Ferreira, cansado de lutas e violência, decide se afastar de tudo e se mudar para a cidade, trabalhando como um taxista comum. Ele planejava levar uma vida simples e pacata para o resto de seus dias, mas um acidente inesperado muda tudo: ele resgata as irmãs Vívia Xiver e Lídia Xiver, que foram sequestradas por bandidos. No entanto, ele logo descobre que Vívia Xiver é o alvo número um de inúmeras organizações poderosas…
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Quando a dor vira arte
Os personagens caídos com máscaras douradas e prateadas, sangue nos lábios, olhos fechados... parecem uma instalação trágica. Cada detalhe — tecido manchado, suor na testa — transforma a violência em poesia visual. O Taxista Não É Um Homem Comum compreende que o sofrimento também possui estética. 💔🎭
Ela não fugiu — ela entrou no jogo
A mulher de pijama de bolinhas não é uma vítima passiva. Seu olhar, sua mão segurando a jaqueta de couro, seu corpo pressionado contra ele — tudo sugere aliança, não medo. Em O Taxista Não É Um Homem Comum, até o silêncio fala volumes. 👀✨
O salto da janela não foi o clímax — foi o suspiro
Do interior iluminado para a noite escura, dois corpos voando como folhas. A câmera lenta, o vidro estilhaçado, o impacto no chão... mas o que permanece é a calma do protagonista após o ocorrido. Ele não grita. Ele *sabe*. Isso é O Taxista Não É Um Homem Comum. 🌙💥
Entre o couro e o cetim, há um pacto
A proximidade física entre eles não é romance — é estratégia, confiança, talvez até sacrifício. O couro preto e o pijama branco criam um contraste visual que reflete suas funções narrativas. Em O Taxista Não É Um Homem Comum, cada toque tem propósito. 🤝🖤
A energia que não se vê, mas se sente
O protagonista de O Taxista Não É Um Homem Comum usa poderes com efeitos visuais impressionantes — fumaça, luzes, distorção cromática. Mas o verdadeiro impacto está na expressão do seu rosto: calma enquanto os outros gritam. A tensão é quase palpável. 🌫️🔥