Imperatriz com Sistema de Compras
Antonella, imperatriz de Verdanópolis, foi rejeitada e morta por Valentina. Uma médica moderna reencarnou nela, emagreceu, brilhou com tecnologia e curou o imperador aposentado. O imperador se apaixonou, mas ela o rejeitou e partiu para viver livre pelo mundo.
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Quando o tempo se dobra e o carro vermelho aparece
A cena começa com uma mulher de jaqueta vermelha, cabelo preso num rabo de cavalo impecável, caminhando entre figuras vestidas como em tempos antigos — um contraste que já grita 'Imperatriz com Sistema de Compras'. Ela não parece assustada, mas curiosa, quase divertida, como quem entrou num set de filmagem sem avisar. O homem com trajes de bárbaro, cinto de leopardo e olhar desconfiado, é claramente o 'não acredito nisso', enquanto o imperador, sentado no trono dourado, observa tudo com uma calma que beira o teatral. Aí ela pega o celular, sorri, e corre para o conversível vermelho — sim, *aquele* conversível, com interior de couro e logotipo de luxo — como se estivesse fugindo de uma reunião de família chata. O imperador, então, entra no carro como se fosse o passageiro mais natural do mundo, e ali, entre os assentos vermelhos, acontece algo raro: dois mundos colidem sem violência, só com um leve sorriso, um gesto de mão, e aquela fumaça mágica que surge do nada — não é efeito especial, é pura ironia cinematográfica. Ela não está perdida; ela está no controle. E ele? Ele só quer saber como funciona o sistema de compras.