Eduardo sentado, perna cruzada, riso forçado — mas seus olhos tremem. José, de pé ao lado da mesa de chá, imóvel como uma estátua. O cenário luxuoso contrasta com a guerra fria que acontece ali. Cada xícara de chá é um aviso. ☕
José ajusta o relógio com calma — um gesto que diz 'você já perdeu tempo'. Eduardo, nervoso, toca o ouvido como se buscasse apoio invisível. A Casa de Penhores dos Dragões é um jogo de segundos, e só um deles controla o cronômetro. ⏳
Dois homens de terno preto, imóveis, observando tudo sem piscar. Eles não falam, mas sua presença pressiona mais que qualquer ameaça verbal. Em A Casa de Penhores dos Dragões, o silêncio dos guardas é o eco da decisão final. 👁️
Eduardo usa bege — cor de quem quer parecer inofensivo. Mas seus gestos são agressivos, os olhos, desafiadores. Ele tenta dominar a sala com postura relaxada, mas o suor na testa entrega: ele sabe que está sendo avaliado. 🦁
Quando os novos personagens entram — terno claro, passo firme — o ar muda. José e Eduardo param de brigar e viram-se como se ouvissem um alarme. A Casa de Penhores dos Dragões tem regras não escritas… e alguém acabou de quebrá-las. 🔔