Que cena mais linda e triste ao mesmo tempo! O jardim de flores caindo enquanto ele desenterra o caixão cria uma atmosfera de luto poético. A expressão dele ao ver o rosto dela pela primeira vez em um ano é de quem perdeu a alma. Em Corações Presos pelo Destino, cada detalhe conta uma história de amor proibido e sacrifício. A maquiagem de ferida nela e o olhar dele são perfeitos.
Começa com ele todo poderoso no trono, ignorando o guarda, e termina com ele de joelhos na lama, chorando. Essa queda de status emocional é o que faz Corações Presos pelo Destino ser tão viciante. A cena dele carregando o corpo dela, com aquela névoa roxa, parece um pesadelo do qual ele não quer acordar. A química entre os dois, mesmo ela estando 'morta', é elétrica.
Não consigo tirar os olhos da cena em que ele a tira do caixão. O vestido vermelho dela contra a terra escura é um visual impactante. Ele não aceita a perda, e isso fica claro quando ele a abraça como se pudesse trazê-la de volta. Corações Presos pelo Destino acerta em cheio na dramaticidade. A trilha sonora imaginária aqui seria de chorar até o fim. Que casal mais sofrido!
A insanidade toma conta quando ele decide abrir o túmulo. As mãos sangrando, a terra nas unhas, tudo mostra o quanto ele está quebrado por dentro. O guarda tentando impedir só aumenta a tensão. Em Corações Presos pelo Destino, a gente vê que o amor dele é obsessivo e trágico. Quando ele finalmente a segura nos braços, a mistura de alívio e dor no rosto dele é de cortar o coração.
A cena do trono já mostra a mudança brutal no imperador. A frieza nos olhos dele ao receber o guarda contrasta com a desesperança que vem depois. Quando ele vai até o túmulo e cava a terra com as próprias mãos, a dor é tão visceral que dói na gente. A revelação do corpo em Corações Presos pelo Destino foi um soco no estômago. A entrega emocional do ator é de arrepiar.